Categorias e marcas
Como organizar o catálogo para o cliente achar — e por que menos categorias vendem mais.
Onde: Categorias e marcas.

São duas formas diferentes de organizar a mesma coisa, e servem a perguntas diferentes.
- Categoria responde “que tipo de coisa é”. Vira menu, vira filtro, vira página com endereço próprio.
- Marca responde “de quem é”. Vira filtro e, se você quiser, um bloco de logotipos na página inicial.
Criar e organizar
Cada categoria tem Nome, Dentro de (para criar subcategorias) e Descrição.
A descrição não é enfeite: ela aparece no topo da página da categoria e é o que o Google lê para entender do que aquela página trata. Categoria sem descrição raramente aparece na busca. Há um botão Escrever com IA aqui também.
Quantas categorias
O erro mais comum é criar categoria demais. Vinte categorias com dois produtos cada dão a impressão de loja vazia em vinte páginas diferentes.
Regra prática: categoria com menos de cinco produtos raramente se justifica. Se você tem menos que isso, junte — e use tags para os recortes finos (presente, vegano, inverno), que agrupam sem virar página.
Subcategorias
Uma camada de profundidade costuma bastar: Roupas → Camisetas. Duas camadas (Roupas → Masculino → Camisetas → Manga curta) escondem o produto atrás de três cliques, e cada clique perde gente.
Onde elas aparecem
- Barra de categorias, abaixo do cabeçalho — configurável em Aparência → Topo.
- Filtro lateral na listagem.
- Blocos da página inicial, em Conteúdo → Home.
- Menu, se você adicionar em Conteúdo → Menus.
Marcas com logotipo podem virar um bloco na página inicial e também aparecer na barra de categorias, como lista com logotipo ou como itens de texto.
Obrigado. É assim que a gente decide o que reescrever.
Conta o que faltou: manda uma mensagem e a resposta vira artigo.